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Gustavo Dahl – 1938/2011* Cineasta, crítico e gestor público de Cinema

Resumo

Em 2008, Gustavo Dahl assumia o CTAv (Centro Técnico Audiovisual), vinculado à SAv (Secretária do Audiovisual), do MinC (Ministério da Cultura). Como gostava de sublinhar, era o seu gerente. Nesse curto espaço de tempo, mostrou o seu talento de gestor público e de ser humano. Investiu suas energias na construção de um novo prédio para o depósito de matrizes do CTAv, que está na reta final, e se engajou na causa da preservação do acervo audiovisual brasileiro. Tomo a liberdade de expor aqui um testemunho bastante pessoal, pois Gustavo Dahl se fez um amigo muito querido e próximo. Não foi de pronto que isso ocorreu, mas esse homem experiente e sedutor soube cativar minha amizade. E foi com extrema surpresa e profunda tristeza que, menos de uma semana após o nosso último encontro – durante a 6ª CineOP, em Ouro Preto –, recebi por e-mail, em Montevidéu, a notícia de seu falecimento. Impossível descrever o vazio que o “doutor em generalidades”, como se autodefinia, nos deixou. E no instante em que soube de sua morte, recordei-me da entrevista que concedeu a mim e a Taiguara Almeida – meu orientando de monografia no curso de História da UFF –, em sua casa da rua Aarão Reis. Publicá-la aqui é registrar e divulgar pequenas pinceladas de uma matriz geracional tão distante e tão necessária aos dias atuais. Trazer à tona o seu raciocínio, mais uma vez, é homenageá-lo e presentear a todos nós com as suas vivências – acertos e considerações. E, acima de tudo, referendar um sábio conselho: “Beatriz, nada é tão sério assim!”. Mas, igualmente, é demarcar que cada um dos seus passos para a consolidação de políticas públicas na área da preservação audiovisual brasileira torna-se uma responsabilidade coletiva, da qual não podemos nos esquivar.

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Biografia do Autor

Beatriz Kushnir

Pós-doutora em História e diretora do Arquivo da Cidade.

Taiguara Almeida

Bacharelando da UFF, autor da monografia intitulada O Estado brasileiro como projeto de gestor: a Embrafilme no seu momento inicial, orientada pela profa Beatriz Kushnir.

Rafael de Luna Freire

Doutor em Comunicação pelo Programa de PósGraduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Yama Arruda

Graduado em História pela UFRJ.

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