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Dante Milano e o imaginário do mal no Modernismo brasileiro

Resumo

Este artigo analisa aspectos históricos e biográficos vinculados ao tombamento da Coleção-Museu de Magia Negra do Museu da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em 1938, destacando especialmente a obra do poeta modernista Dante Milano. Trata-se de uma reflexão sobre o estatuto museológico da magia, bruxaria e feitiçaria no pensamento social brasileiro do início do século XX.

Palavras-chave

patrimônio cultural, museologia, literatura

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Biografia do Autor

Alexandre Fernandes Corrêa

Doutor em Ciências Sociais: Antropologia – PUC/SP Pós-doutorado: Antropologia – IFCS/UFRJ/CNPq Professor Associado Antropologia – UFMA.


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