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A presença da Pathé-Baby no Rio de Janeiro e a coleção Paschoal Nardone no acervo do AGCRJ

Resumo

No começo dos anos 1920, a empresa Pathé-Frères lançou no mercado francês a sua linha de equipamentos para o cinema no lar: o projetor e a câmera PathéBaby. Esta nova tecnologia de reprodução e captação de imagens em movimento, com características mais acessíveis de processamento e de comercialização, permitiu o surgimento de uma rede de cineastas amadores. No Brasil, a cidade do Rio de Janeiro se tornou polo de uma série de atividades que consolidaram tal cultura. Partindo da presença da empresa Pathé-Baby no Rio de Janeiro, das colunas amadoras publicadas na revista Cinearte e da coleção de filmes do cinegrafista Paschoal Nardone, integrante da coleção audiovisual do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o presente artigo delineará um breve cenário do cineamadorismo no Rio de Janeiro nos anos 1920 e 1930.

Palavras-chave

Cinema amador, Rio de Janeiro, Pathé-Baby

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Biografia do Autor

Lia Foster

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

Roberto Souza Leão

Mestre em Estudos do Cinema e do Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Coordenador do Setor Audiovisual do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ).


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