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A era dos estudantes: Rio de Janeiro, 1964-1968

Resumo

O presente artigo contextualiza o movimento estudantil no Rio de Janeiro entre 1964 e 1968, analisando sua reordenação após o golpe civil-militar, suas lutas internas e as estratégias desenvolvidas na resistência e enfrentamento ao regime militar instaurado, tornando o movimento estudantil a principal força de oposição e a mais visível para a sociedade nos primeiros anos da ditadura, sobretudo em virtude de suas manifestações de protesto nas ruas do Rio de Janeiro, como passeatas, comícios relâmpagos, ocupações de prédios públicos, pichações e greves. O movimento teve seu ápice em 1968, quando os confrontos com a polícia causaram inúmeras mortes e prisões, provocando o aumento da atividade repressora e uma pretensa justificativa para o endurecimento do regime, como queriam alguns militares da chamada “linha dura”.

Palavras-chave

movimento estudantil, passeatas, Ditadura Militar

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Biografia do Autor

Marcelo Nogueira de Siqueira

Bacharel em Arquivologia (UNIRIO), mestre em História Social (UERJ), arquivista e atual coordenador de documentos audiovisuais e cartográficos do Arquivo Nacional. Professor do Departamento de Estudos e Processos Arquivísticos (UNIRIO). Membro do Conselho de Altos Estudos do Memórias Reveladas – Centro de Lutas Políticas no Brasil (1964-1985).


Referências

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